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18 de novembro de 2018

Resenha: Hunter x Hunter (1999)

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Por Escritora Otaku


Oi, pessoal! Vamos ao que interessa e sim, a série nova é boa, mas, não vamos deixar de lado a primeira versão e é desta que esta resenha propõe. Só para ter uma noção: da segunda versão, assisti somente o que não havia sido animado na primeira (Formigas Quimeras e o das Eleições) e gostei de sua conclusão. O autor nem precisava ter continuado a trama, porque fechou bem - fora que na época, tinha terminado de assistir a 1ª versão e, portanto, não quis recomeçar a ver o que já tinha visto antes. Se perguntar qual das duas é a melhor, diria que ambas têm seus pontos fortes e fracos, pena ver que o pessoal amou a segunda série e simplesmente ignora a anterior. Até porque considero que tal como houve com “Full Metal Alchemist”, as duas versões não são tão distantes uma da outra.

Antes de tudo, vamos deixar bem explícita: em nenhum momento, esta resenha irá comparar esta série com a atual, pois seria absurdo e chato ter de dizer qual das duas versões é a melhor. Vamos aproveitar o que tem esta animação de interessante e ponto final, pois são poucas animações que ganham uma segunda chance e é legal conhecer a primeira versão que por anos, foi a oficial.

Espero que curtam....

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11 de novembro de 2018

Kyoudai Podcast #82: O que nos faz ver animes?

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Está no ar mais um Kyoudai Podcast, um podcast sobre anime feito em parceria entre os blogs Netoin! e Animecote e hoje com a participação de Evilasio Junior (@JuniorKyon), Carlírio Neto (@cnetoin), Yuri Guimarães (@Y_OU_YURI) e Raphaella (@Natthr). Nesta edição falamos sobre o que nos faz ver animes.




Download: Clique aqui (MEGA) 

Blocos:
  • 00:00:00 - Apresentações e introdução
  • 00:05:28 - Comentários do Kyoudai Podcast #81
  • 00:18:18 - Por que vemos animes
  • 02:13:53 - Considerações finais

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3 de novembro de 2018

Resenha: Magi: The Labyrinth of Magic / The Kingdom of Magic

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Por Escritora Otaku


Cá entre nós: não sou do tipo que acompanha vários animes atuais por temporada, como a maioria. Geralmente, foco apenas em um ou dois que me chamam a atenção, portanto, prefiro séries já concluídas ou que passou da época de exibição para poder desfrutar sem medo. Apesar disto, tenho tido certa sorte em acompanhar algumas séries semanais e esta foi mais uma delas.

Na época, acompanhei esta ao lado da última temporada de “Bakuman”, quando aconteceu de ficar sem internet e somente mais de um ano depois, retomei a esta e a sua continuação. Gostei bastante de seu plot e ambientação, personagens e seus rumos, dando interesse de ler o mangá, que está na minha lista limitada de títulos para ler. E sim, me animei quando soube que viria ao Brasil, mas, aí rolou a decepção: não pela tradução, tampouco por terem usado o título em português – apesar de gostar do original – e menos dos nomes... o problema tem o nome de distribuição setorizada. Sou das que compra via banca de jornal e o que fizeram foi à gota d’ água, fazendo com que desistisse da compra. E olha que foi a primeira vez que desisto de comprar um mangá por causa desta distribuição, que tenho raiva declarada quando fazem isso.

Saindo deste desabafo, digo que esta é uma série muito boa e mesmo que o seu começo seja mais aventureiro, a trama pode te envolver e muito - e no meu caso ajudou saber que é publicada na mesma revista de um dos meus xodós, “Detective Conan” e ser um dos carros chefes da Shounen Sunday. Vejamos como foi a sua trajetória com movimento, cores e vozes...
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